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16/03/2014


Taxistas querem ter o direito de usar as faixas exclusivas para os ônibus

Taxistas querem ter o direito de usar as faixas exclusivas para os ônibus

O presidente do Sindicato dos Taxistas da Paraíba, Antônio Henriques, solicitou ao promotor de justiça do Consumidor, Glauberto Bezerra, o direito de os táxis que levem passageiros, circular nas faixas exclusivas para ônibus que serão implantadas na Capital pela Semob até o próximo feriado da Semana Santa, começando pela avenida Epitácio Pessoa.

Projeto e cronograma de execução das melhorias na mobilidade urbana vêm sendo discutidas em audiências promovidas pela Promotoria do Consumidor da Capital, em inquérito civil instaurado a partir de representação feita pela Associação dos Usuários de Transportes Coletivos de João Pessoa. Os empresários de transportes coletivos já se comprometeram a relocar as catracas para agilizar o embarque e um TAC deverá ser firmado na próxima quarta-feira.

"A medida beneficiaria os passageiros de táxi, que poderiam se locomover com mais rapidez e pagando uma tarifa menor, a exemplo do que já ocorre em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro pois só quem trabalha na profissão é que sabe o sofrimento diário para poder exercer a atividade em jornadas de até 12 horas", afirmou Antônio Henriques. Nesse contexto, o presidente do Sindicato dos Taxistas cobrou ainda ao MP e Semobi providências mais efetivas quanto ao transporte clandestino de passageiros que assola, sobretudo João Pessoa.

Fato público e notório

Segundo ele, é fato público e notório que esse serviço ilegal continua a ser explorado em pontos de grande movimentação, inclusive por condutores utilizando fardamento e práticas de cooperativa, a exemplo do estacionamento em frente ao terminal de integração, na antiga empresa "Empa", na avenida general Osório, ao lado da Eletropeças, bem como na frente e nos fundos do restaurante Cassino da Lagoa no Parque Solon de Lucena.

Outros pontos denunciados foram o estacionamento turistico existente na av. Getúlio Vargas, em frente ao edifício Caricé e por trás do INSS. "O mais grave é que além do centro, em quase todos os bairros da cidade, eles atuam impunemente, a exemplo de Mandacaru, Padre Zé, em frente à feira livre de Oitizeiro, Costa e Silva e Grotão. Nos conjuntos Valentina Figueiredo e Mangabeira funcionam praças com tendas de apoio, em frente à Igreja Católica - ao lado de uma praça de táxi - e na feira livre", relacionou.

Na maioria dos casos, a localização acintosa, ao lado de praças de táxis e pontos e terminais de ônibus, deixa o clima tenso junto aos profissionais do volante, que preferem não se identificar, com o receio de ser vítima de alguma violência por parte dos condutores dos clandestinos, "que utilizam armas e são agressivos até na disputa por passageiros entre eles mesmo".

 

 


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